segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Atraso na ETE compromete Córrego da Chácara

A COPASA lança no Córrego da Chácara todo o esgoto que recolhe na região Nordeste da cidade, além de parte do centro e regiões Norte e Leste. Como o esgoto não é tratado, o próprio córrego se tornou um esgoto: feio, sujo e fedorento.

Parte dos dejetos que caem nesse córrego voltam à mesa do bom-despachense na forma de abóbora, milho, feijão, melancia e outras culturas irrigadas com água de esgoto. Outra parte volta na carne e leite do gado que dele bebe.

Como mostra o mapa, o Córrego da Chácara nasce no centro da cidade, entre a rodoviária e prefeitura, passa entre a Vila Militar e o Miguel Gontijo e divide Esplanada e Vila Gontijo. Depois de atravessar toda a Colônia dos Alemães, deságua no Córrego Raposo.

Bombas ao relento
Faz mais ou menos cinco anos saiu uma verba de R$ 11 milhões para construir uma estação de tratamento (ETE) quee acabasse com essa poluição. A obra deveria ser concluída em 720 dias. Passados mais de 4 anos do início, a obra não está pronta. Por que, ninguém sabe.

O mato toma conta
Por requerimento do Vereador Ricardinho, a Câmara já pediu explicações à CODEVASF, COPASA e Prefeitura. Todos se mantiveram em silêncio.

Enquanto isso, o dinheiro já gasto não traz nenhum benefício para a cidade e a obra se deteriora no tempo. O mato toma conta. Mesmo as bombas, grandes e caras, estão jogadas ao relento.

Um comentário:

Jorge Luis - Sáo Vicente disse...

Mas, explique pra mim uma coisa Fernando, por que então é cobrada na conta da Copasa a taxa do esgoto???

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