Estudantes da zona rural estão sem aula — Desde terça-feira os veículos de transporte de estudantes estão parados na garagem municipal. O motivo é a falta de combustível.É que, no final de outubro os fornecedores decidiram não mais abastecer os veículos da prefeitura. Pelo menos enquanto não receberem as contas atrasadas.
A paralisação começou na terça-feira. À medida em que os tanques se esvaziavam, os veículos iam sendo encostados na garagem municipal. Na sexta-feira já não havia praticamente nenhum veículo trafegando.
Para agravar a situação, os pais não foram avisados. Com isto as crianças ficavam esperando um transporte que não viria.
Em alguns casos os pais foram vítimas de uma mentira: disseram-lhes que os ônibus estavam estragados. Por isto não foram e não deu tempo de avisar.
Trata-se de uma mentira grossa, como outras que essa administração tem contado.
sábado, 7 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
OAB faz campanha: de olho no Brasil
Veja abaixo os principais temas da campanha DE OLHO NO BRASIL, promovida pela OAB. Se ficar curioso para saber mais, ou se quiser participar, clique aqui e visite a página De Olho no Brasil.
Bom-despachense campeão da Copa Grande Sertão 2009
Domingo (1º/11) o ciclista bom-despachense Caio Melo ganhou a corrida e sagrou-se campeão na Copa Grande Sertão 2009, na categoria sub 23.
Esse percurso, de 67 km, disputado em Curvelo, é uma prova de alta velocidade. Composto principalmente por estradas municipais de terra e com poucas trilhas, ganha quem tem melhor preparo físico.
Caio vem se destacando em todos os campeonatos de que participa. Recentemente ele ganhou também um troféu na Copa Internacional, disputada em Congonhas. Outra corrida que exigia muito preparo físico, especialmente por causa das montanhas.
Dessa corrida em Curvelo também participaram o Titão, o Isaias e eu.
Eu fiquei num modesto 9º lugar.
Para o próximo domingo a turma do pedal está combinando uma ida à Usina Tróia. Estão todos convidados.
Esse percurso, de 67 km, disputado em Curvelo, é uma prova de alta velocidade. Composto principalmente por estradas municipais de terra e com poucas trilhas, ganha quem tem melhor preparo físico.
Caio vem se destacando em todos os campeonatos de que participa. Recentemente ele ganhou também um troféu na Copa Internacional, disputada em Congonhas. Outra corrida que exigia muito preparo físico, especialmente por causa das montanhas.
Dessa corrida em Curvelo também participaram o Titão, o Isaias e eu.
Eu fiquei num modesto 9º lugar.
Para o próximo domingo a turma do pedal está combinando uma ida à Usina Tróia. Estão todos convidados.
Corrupção Municipal: a roubalheira que acaba com nossa cidade
A edição 2086/09 da revista Isto é traz um raio-x da roubalheira que acontece nos municícipios brasileiros. Os esquemas são todos bem conhecidos. Apesar disto, continuam funcionando. Levam para o bolso de poucos o que deveria ser invertido no bem comum.
Os ladrões do erário não poupam nada nem ninguém. Tiram dinheiro da saúde, da educação, da segurança, do ambiente.
Oficialmente, os gastos dos municípios são fiscalizados por entidas diversas. Se o dinheiro é municipal ou estadual, a fiscalização compete à Câmara Municipal, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. Havendo crime, também a Polícia Civil deve atuar.
Se o dinheiro é federal, a responsabilidade se estende ao Tribunal de Contas da União e à Controladoria Geral da União. Havendo crime, a Polícia Federal também deve atuar.
Acontece que os órgãos de fiscalização são insuficientes ou desinteressados. Em Minas, por exemplo, é muito raro ver a Polícia Civil investigando crimes de prefeitos. Pode ser desinteresse ou falta de recursos.
O Tribunal de Contas tem cerca de 1500 auditores federais para fiscalizar mais de 8 mil municípios, milhares de empresas, autarquias e órgãos públicos, além de controlar a nomeação, aposentadoria e outros atos de mais de dois milhões de servidores e agentes públicos. A insuficiência é notória.
Mais grave, porém, é a indiferença do cidadão. Este quase nunca percebe como a corrupção afeta diretamente sua vida. Por isto não fiscaliza.
Leia a matéria da IstoE clicando nas imagens abaixo.
Os ladrões do erário não poupam nada nem ninguém. Tiram dinheiro da saúde, da educação, da segurança, do ambiente.
Oficialmente, os gastos dos municípios são fiscalizados por entidas diversas. Se o dinheiro é municipal ou estadual, a fiscalização compete à Câmara Municipal, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. Havendo crime, também a Polícia Civil deve atuar.
Se o dinheiro é federal, a responsabilidade se estende ao Tribunal de Contas da União e à Controladoria Geral da União. Havendo crime, a Polícia Federal também deve atuar.
Acontece que os órgãos de fiscalização são insuficientes ou desinteressados. Em Minas, por exemplo, é muito raro ver a Polícia Civil investigando crimes de prefeitos. Pode ser desinteresse ou falta de recursos.
O Tribunal de Contas tem cerca de 1500 auditores federais para fiscalizar mais de 8 mil municípios, milhares de empresas, autarquias e órgãos públicos, além de controlar a nomeação, aposentadoria e outros atos de mais de dois milhões de servidores e agentes públicos. A insuficiência é notória.
Mais grave, porém, é a indiferença do cidadão. Este quase nunca percebe como a corrupção afeta diretamente sua vida. Por isto não fiscaliza.
Leia a matéria da IstoE clicando nas imagens abaixo.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Torcida Máfia Azul doa sangue

Essa semana quinze integrantes da torcida organizada MÁFIA AZUL BOM DESPACHO doaram sangue. A preocupação desses jovens torcedores é demonstrar que torcida organizada não significa violência, mas união de amigos que amam um time e se reuniem para apreciar juntos o bom futebol. Além disto, mostram disposição para a solidariedade.
Secretário oculta verdade sobre pagamentos
Os trabalhadores demitidos da prefeitura continuam sem receber seus direitos. Em entrevista à TV Alterova o Secretário da Administração fez comentários infelizes (veja a reportagem abaixo. Disse, por exemplo, que está tudo pronto, mas que não pagou porque "tá aguardando o momento propício para pagar esse acerto."
Momento propício para quem? Para os trabalhadores o momento propício já passou faz um mês.
Ele também disse que os trabalhadores estão preocupados à toa, pois "não há motivo nenhum de preocupação prá isso..." (sic).
Como assim? Depois de um mês sem receber o trabalhador não tem motivos para se preocupar?
Finalmente, o Secretário ocultou a verdade ao comentar o fato de que a Prefeitura tem descontado o INSS no contracheque dos trabalhadores, mas não está repassando do a INSS. Para ocultar a verdade valeu-se de duas meias-verdades.
A primeira é que a certidão não é negativa (como ele diz), mas positiva, com efeito de negativa (clique aqui para ver a certidão).
Em segundo lugar, mesmo que a certidão fosse negativa, ela não desmente o fato de que a prefeitura está recolhendo e não está repassando.
A verdade é que a prefeitura DEVE AO INSS. É também verdade que descontou o INSS de trabalhadores e não repassou.
A documentação que prova esse fato sairá no Jornal de Negócios que circula neste final de semana.
http://www.youtube.com/watch?v=09QPWJpKGl8
Momento propício para quem? Para os trabalhadores o momento propício já passou faz um mês.
Ele também disse que os trabalhadores estão preocupados à toa, pois "não há motivo nenhum de preocupação prá isso..." (sic).
Como assim? Depois de um mês sem receber o trabalhador não tem motivos para se preocupar?
Finalmente, o Secretário ocultou a verdade ao comentar o fato de que a Prefeitura tem descontado o INSS no contracheque dos trabalhadores, mas não está repassando do a INSS. Para ocultar a verdade valeu-se de duas meias-verdades.
A primeira é que a certidão não é negativa (como ele diz), mas positiva, com efeito de negativa (clique aqui para ver a certidão).
Em segundo lugar, mesmo que a certidão fosse negativa, ela não desmente o fato de que a prefeitura está recolhendo e não está repassando.
A verdade é que a prefeitura DEVE AO INSS. É também verdade que descontou o INSS de trabalhadores e não repassou.
A documentação que prova esse fato sairá no Jornal de Negócios que circula neste final de semana.
http://www.youtube.com/watch?v=09QPWJpKGl8
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Público presente na audiência da saúde
O público presente à audiência pública passa de oitenta pessoas. Entretanto, somente 43 assinaram o livro de presença.
Até o momento, há 8 cidadãos interessados em fazer uso da palavra.
Até o momento, há 8 cidadãos interessados em fazer uso da palavra.
Formação da mesa na audiência pública da saúde
A mesa da Audiência Pública da Saúde ficou assim formada: Simônica, representando os usuários do sistema; Promotor de Justiça Luciano Moreira, representante do Ministério Público; Joice Quirino, Secretária da Saúde e vereadores Marcelo Marilúcio e Carlos Roberto do Couto.
Iniciada Audiência Pública da Saúde de Bom Despacho
Com cerca de 70 pessoas, inciou-se às 19 horas a audiência pública da saúde em Bom Despacho. Nesse momento, a mestre de cerimônia, Rubiana Moreira, anuncia as regras da participação popular.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Farras das horas-extras (no Senado e na Prefeitura)
Horas-extras no serviço público é porta para corrupção e apadrinhamento. O Senado Federal, por exemplo, gasta mais de R$ 10 milhões por mês com horas-extras. Muitas vezes a turma não está nem trabalhando. Foi o que aconteceu em janeiro desse ano. Até quem estava de recesso e de férias recebeu!
Em Bom Despacho
Em Bom Despacho a situação é parecida, mas não igual.
Aqui, os protegidos recebem horas-extras, quer trabalhem, quer não trabalhem. Como no Senado. Entretanto, os que não são protegidos (a maioria dos servidores) não recebem mesmo que trabalhem.
Esta é a lógica do prefeito e do seu secretário da administração: para os apadrinhados, tudo; para resto, nem o mínimo que a lei manda.
Em Bom Despacho
Em Bom Despacho a situação é parecida, mas não igual.
Aqui, os protegidos recebem horas-extras, quer trabalhem, quer não trabalhem. Como no Senado. Entretanto, os que não são protegidos (a maioria dos servidores) não recebem mesmo que trabalhem.
Esta é a lógica do prefeito e do seu secretário da administração: para os apadrinhados, tudo; para resto, nem o mínimo que a lei manda.
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